Onde a privacidade deve ficar?

Nos últimos anos, tenho visto uma discussão recorrente nas empresas, principalmente naquelas que ainda estão iniciando o seu programa de privacidade, afinal, onde a função de privacidade deve ficar? Em segurança, TI, jurídico, compliance?

A definição sobre onde posicionar a área de privacidade continua sendo um dos pontos mais estratégicos dentro das empresas. Segurança, TI, Jurídico e Compliance são atores fundamentais, mas nenhum deles abrange sozinho toda a complexidade da privacidade.

A experiência tem mostrado que, embora execução e suporte sejam distribuídos entre várias áreas, a liderança e a responsabilidade pela governança de privacidade devem estar sob Jurídico ou Compliance.

Esse modelo garante independência, consistência e alinhamento entre exigências regulatórias, riscos e operações.

Mais do que um tema técnico, a privacidade é um assunto de governança corporativa. Onde ela está na estrutura diz muito sobre como a empresa enxerga o tema, como requisito de segurança ou como valor estratégico que sustenta confiança e reputação.

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