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    <title>Rafael Capitão</title>
    <link>https://rcapitao.com/tags/sharenting/</link>
    <description>Rafael Capitão, advogado especializado em compliance, privacidade e proteção de dados (LGPD). Artigos sobre segurança da informação e privacidade digital.</description>
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    <language>pt-br</language>
    <managingEditor>Rafael Capitão</managingEditor>
    <lastBuildDate>Wed, 02 Sep 2026 12:08:54 -0300</lastBuildDate>
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      <title>Sharenting: o risco de expor seus filhos online</title>
      <link>https://rcapitao.com/posts/sharenting-o-risco-de-expor-seus-filhos-online/</link>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:12:00 +0000</pubDate>
      <guid>https://rcapitao.com/posts/sharenting-o-risco-de-expor-seus-filhos-online/</guid>
      <description><![CDATA[<p>O hábito de compartilhar fotos e histórias dos filhos online parece inofensivo. Antes de postar uma foto do seu filho, pergunte-se: ele aprovaria isso daqui a dez anos? O sharenting (sharing + parenting) pode afetar privacidade, autoestima e segurança da criança no futuro.</p>
<p>Vejam esse <a href="https://www.linkedin.com/posts/rafaelcapitao_privacidadeinfantil-sharenting-proteaexaetodedados-activity-7336424567302774784-h__H/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vídeo</a>, reflete muito bem essa realidade e nos provoca um certo desconforto e desespero.</p>
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      <title>Quando filhos viram conteúdo</title>
      <link>https://rcapitao.com/posts/quando-filhos-viram-conteudo/</link>
      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 03:00:00 +0000</pubDate>
      <guid>https://rcapitao.com/posts/quando-filhos-viram-conteudo/</guid>
      <description><![CDATA[<p>Aquela foto fofa do aniversário, o vídeo engraçado no parquinho, a rotina escolar nos stories. Tudo isso parece inofensivo, mas o sharenting vai muito além de registros afetivos. Estamos falando de exposição massiva, criação de uma identidade digital sem consentimento e, em muitos casos, de lucro direto com a imagem de crianças.</p>
<p>O cenário se complica quando influenciadores transformam seus filhos em produtos. Cada post, parceria ou clique vira parte de uma engrenagem comercial, onde a criança se torna conteúdo e a linha entre afeto e exploração simplesmente desaparece. Não por acaso, cresce o entendimento de que essa prática deveria ser tratada como trabalho infantil, já que pais lucram enquanto os filhos vivem com consequências que podem durar anos, como privacidade violada, dados expostos e impactos emocionais que só aparecem mais tarde.</p>
<p>Um <a href="https://www.migalhas.com.br/quentes/434645/sharenting--juiza-proibe-pais-de-superexpor-filho-nas-redes-sociais" target="_blank" rel="noopener noreferrer">caso recente</a> na Vara de Família de Rio Branco (AC) reforça esse alerta. A juíza proibiu os pais de superexpor o filho nas redes sociais, destacando que a proteção da criança deve prevalecer sobre qualquer interesse dos adultos, inclusive o de manter presença online. A decisão sinaliza um movimento jurídico importante sobre os limites da exposição digital na infância.</p>
<p>O documentário “<a href="https://www.dailymotion.com/video/x97l22m" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Dangers of Sharenting</a>” aprofunda esse debate e mostra como a exposição precoce pode afetar autonomia, segurança e o futuro dessas crianças.  O documentário traz ainda elatos que incomodam e e nos fazem pensar&hellip;</p>
<p>Até onde vai o direito dos pais de decidir pela exposição dos filhos?</p>
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